segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
No meio de um mundo que parece completo vê-se uma luz que de tanta claridade que dá, por vezes nem me deixa vê-la. É como um vulcão que entra em erupção. Que comparação mais obscura, e absurda. Seja ela o que for nao deixa de ser a esperança, aquela que toda a gente procura. Aquela que todos querem, aquela que derrete milhares e milhares de velas que se tornam em milhares de litros. São um ciclo. Esta luz parece é desaparecer para aqueles que mais dela precisam. Ela não é só a esperança porque essa, essa todos a podem ter. Agora a liberdade. Por vezes nem entra no nosso vocabulário quanto mais a felicidade de um mendigo. E ninguém diz que não se pode ser feliz, ele não conhece outro mundo. É melhor conhecer pouco. Agora o retroceder não existe. Na outra vida, talvez.
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