terça-feira, 27 de maio de 2008
"transição para a universidade"
O meu futuro é deveras incerto e nem sequer me preocupo em lhe dar um sentido de orientação. A universidade é também um futuro, um futuro que não me assusta nem me alegra. É um pensamento que deixo ir, que não faço nada por ele e muito menos penso nele. Acho que as coisas foram, e irão sempre ser ao rumo das ondas do mar sobre um barco naufragando…seja para que lado for, elas vão andando. Nunca me preocupei em saber para onde vou (não considero irresponsabilidade) porque obviamente que tenho ideais quanto ao meu futuro emprego mas para além disso, não penso. Se me ponho a pensar em deixar o meu quarto, todas as pessoas que vejo com frequência, deixar de fazer o que hoje e agora faço, deixa-me sensível. Sensível, também ao toque, mas sensível à aventura. A aparência de forte, nos momentos de experiências vivenciais parece que desaparece, parece que não consigo acarretar com um outro mundo às costas! Verdade ou não, quero e mesmo que não consiga entrar este ano, prosseguir estudos e isso já é um objectivo. Quero também referir que por mais medos, por mais receios, por muitos outros sentimentos todos nós acabamos por conseguir o que faz hoje de nós, pessoas com “qualidade de vida”. Por falar em “não conseguir entrar”, consideras tu que se deve ir em frente e nada de deixar para trás… sim, concordo. Mas se calhar não concordas tu quando digo que mal nunca me faria, nem a mim nem a ninguém, ficar mais um ano para me concentrar, para me limitar a saber o que é trabalhar e ainda o que é lutar!
Aprofundando o ponto de “transição para a universidade” denoto uma frase que completa com muitos pensamentos mas que esses, eu deixo ir e na hora de tomar as verdadeiras decisões eu agarro-os e espero conseguir a vitória que muitos conseguem!
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