sábado, 8 de dezembro de 2007

imediato

nem sei por onde começar. é sempre assim, nunca sei por onde começar, nem sei do que falar. ora bem, dizem que o meu blog é um bocado para o melancólico.. tenho lá eu a culpa da minha vida assim ser? eu escrevo a minha vida.o que me vem à cabeça, e o que me vem à cabeça é a minha vida, o meu meio. estou lembrando da conversa de ontem. pois é, foste e ainda és até"hoje , até agr"especial, tu sabes. sei que ainda vou viver tanto contigo. não sei porque é que foi uma admiração para as pessoas .. talvez por elas não saberem a história toda, não saberem o que vives com aquela ou a outra pessoa.é caso para dizer que as "aparências iludem". sim estou numa fase romantica da minha vida, ou até não. a "cena" é que as pessoas não te conhecem mesmo. nem mesmo quando dizem que te conhecem como a própria palma das suas mãos. seja pena ou não, a verdade é que à "coisinhas" que mais vale nem conhecer. porque ficas tu admirado do que uso ou deixo de usar, porque te preocupas tu se te olho ou não te olho, porque te preocupas tu quanto gastei.. saberei lá eu, não me conhecem. não sou nenhuma caixa de surpresas. sou uma caixa de confusão, dizes tu. para mim isto de mudar de "tema" assim de um ponto final para um outro ponto é como que o que vejo escrevo, o que escrevo vejo. a realidade imediata... ves, quem se lembraria de Alberto Caeiro? não fui eu, não estava pensando isso, foi apenas a realidade que me fez escrever o nome dele. ao fim ao cabo eu faço o mesmo que ele.. eu vejo e escrevo o que vejo, é simples. não complico, sou verdadeira. sou justa por te dizer que te gosto como por te dizer que te odeio porque és gordo e feio. gordo e feio? não, eu não nego a esses extremos .. eu não ignoro a realidade, por mais que ela possa ser cruel, por mais que ela me mostre que existem "pessoas cobardes".

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